Proximamente a um novo ano (que é nao mais do que uma forma de marcar cronologicamente o tempo, convencionada por humanos) temos também, a menos de um mes (dia 24 de Janeiro), o segundo aniversario do nosso blog. Parece-me incrivel como o blog que decidimos criar uma noite, esteja ainda de pé e, esperançosamente, cada vez melhor. Este blog já conheceu e representou varios momentos e varias historias das nossas vidas, algumas contadas directamente, outras nas entrelinhas; umas para todos acompanharem, outras para poucos perceberem.
Coincidentemente, estamos perto de atingir também as 5000 visitas. Sei que sao poucas para um blog com esta idade... tenho consciencia que o que aqui escrevemos nao é lido por muitos visitantes... mas que sejam poucos e bons! Os comentarios, que por varias vezes tiveram «acidentes de percruso» e «problemas tecnicos», sao ainda do servidor antigo, e tambem nao temos muitos.
De qualquer forma, o aniversario do blog conjugado com o numero de visitas merece uma celebraçao. E tal como no ano passado, que Black__Rainbow teve a ideia de fazer um concurso dos melhores textos que nos enviassem, este ano, gostaria de fazer o mesmo.
Assim, esperamos que os nossos leitores nos enviem alguns dos seus textos para o meu e-mail ( marshall_letters@hotmail.com ). Entretanto eu e o Black__Rainbow escolheremos um entre os textos que aparecerem, para serem publicados nesse dia. Relembro mais uma vez que os textos devem ser escritos por voces. Também podem enviar, juntamente com o vosso texto, o vosso nome (ou pseudonimo), e-mail, site do vosso blog...; os textos podem também ser anonimos, se assim o desejarem.
Relembro a vencedora do ano passado, l-life_angel-l, com um blog em http://www.omeurefugio.blogspot.com/.
Obrigado e bons escritos.
"Inside the mythic Pains are played blood doubts are asked again beware the answer you cannot tame might take you too far away" "Say what you are come here to haunt you say what you will but I'll haunt you and protect you to"
sábado, dezembro 31
sexta-feira, dezembro 30
Falling again
"I lay, looking at my hands
I search in these lines
I've not the answer
I'm crying and I don't know
watching the sky
I search an answer
I'm free, free to be
I'm not another liar
I just want to be myself... myself
And now the beat inside me
is a sort of a cold breeze and I've
never any feeling inside
ruining me...
bring my body
carry it into another world
I know I live... but like a stone I'm falling down
I pray, looking into the sky
I can feel this rain
right now it's falling on me
fly, I just want to fly
life is all mine
some days I cry alone,
but I know I'm not the only one
I'm here and another day is gone
I don't want to die
Please be there when I'll arrive...
don't cry... please"
by Lacuna Coil
Uma musica excelente, duma banda já conhecida aqui. A segunda banda da qual pintei uma t-shirt... e acho que isso já diz o suficiente.
Esta musica, em certos pontos lembra-me muito uma pessoa que gosto de pensar que conheço bem, mais tarde, dedicar-lhe-ei este post.
Aqui o tema é alguem que procura uma resposta a algo que nao sabe, chora sem poder responder porque, mas insiste em ser-se a si proprio. Quem pode dizer que nunca sentiu algo semelhante? E depois fará ainda mais sentido sabendo-se que apos este enorme esforço para uma resposta sem pergunta, ate a batida do nosso coraçao nos parece diferente de sempre? Podemos saber-nos vivos, mas sabemos que estamos a caminhar para uma vida sem «resposta», sem proposito. Os dias passam, mas o sentimento mantem-se e parece que se desperdiça a vida. Sabendo que há mais alguem a sentir-se da mesma forma, sob o mesmo céu, sob o olhar da Lua. A nossa unica esperança, quando voltarmos, nao ficarmos sós... e que ninguem sofra por nós.
É triste sentirmo-nos assim, sentir que a nossa vida e o mundo nao tem proposito. Mais triste ainda é, quando temos essa tipica crise da adolescencia, em que vemos todos os probelmas e ficamos chocados com o mundo pois parece que mais ninguem os ve, sabermos-los reais! Sabemos com tanta certeza que nos juramos nunca mais nos esquecermos disso... e depois já nao sermos capazes de os ver... um tema já explorado num post anterior, citando Herberto Helder.
I search in these lines
I've not the answer
I'm crying and I don't know
watching the sky
I search an answer
I'm free, free to be
I'm not another liar
I just want to be myself... myself
And now the beat inside me
is a sort of a cold breeze and I've
never any feeling inside
ruining me...
bring my body
carry it into another world
I know I live... but like a stone I'm falling down
I pray, looking into the sky
I can feel this rain
right now it's falling on me
fly, I just want to fly
life is all mine
some days I cry alone,
but I know I'm not the only one
I'm here and another day is gone
I don't want to die
Please be there when I'll arrive...
don't cry... please"
by Lacuna Coil
Uma musica excelente, duma banda já conhecida aqui. A segunda banda da qual pintei uma t-shirt... e acho que isso já diz o suficiente.
Esta musica, em certos pontos lembra-me muito uma pessoa que gosto de pensar que conheço bem, mais tarde, dedicar-lhe-ei este post.
Aqui o tema é alguem que procura uma resposta a algo que nao sabe, chora sem poder responder porque, mas insiste em ser-se a si proprio. Quem pode dizer que nunca sentiu algo semelhante? E depois fará ainda mais sentido sabendo-se que apos este enorme esforço para uma resposta sem pergunta, ate a batida do nosso coraçao nos parece diferente de sempre? Podemos saber-nos vivos, mas sabemos que estamos a caminhar para uma vida sem «resposta», sem proposito. Os dias passam, mas o sentimento mantem-se e parece que se desperdiça a vida. Sabendo que há mais alguem a sentir-se da mesma forma, sob o mesmo céu, sob o olhar da Lua. A nossa unica esperança, quando voltarmos, nao ficarmos sós... e que ninguem sofra por nós.
É triste sentirmo-nos assim, sentir que a nossa vida e o mundo nao tem proposito. Mais triste ainda é, quando temos essa tipica crise da adolescencia, em que vemos todos os probelmas e ficamos chocados com o mundo pois parece que mais ninguem os ve, sabermos-los reais! Sabemos com tanta certeza que nos juramos nunca mais nos esquecermos disso... e depois já nao sermos capazes de os ver... um tema já explorado num post anterior, citando Herberto Helder.
quinta-feira, dezembro 22
Morte, paixao ou odio
"Quando o vento se levanta e passa, tua cabeça adormecida poe-se a brilhar. Em redor dela um halo de sombra onde a minha mao entra, vagarosamente, pedindo-te um Sinal.
Procuro o rosto com os dedos afiados pelo desejo. Toco a alba das pálpebras que, de súbito, se abrem para mim. Um fio de luz coalha na saliva do lábio.
Ouvimos o mar, como se tivéssemos encostado a cabeça ao peito um do outro. Mas nao há repouso nesta paixao. O dia cresce, sem luz — e os pássaros soltam-se do pólen dos sonhos, embatem contra os nossos corpos.
Nada podemos fazer.
Um risco de passos ensanguentados alastra pelo chao da cidade. A noite cerca-nos, devora-nos. Estamos definitivamente sozinhos.
Começamos, entao, a imitar a vida um do outro. E, abraçados, amamo-nos como se fosse a ultima vez...
O tempo sempre esteve aqui, e eu passei por ele quase sempre sozinho.
No entanto, recordo: deixaste-me sobre a pele um rasgao que já nao dói. Mas quando a memória da noite consegue trazer-te intacto, fecho os olhos, o corpo e a alma latejam de dor.
Dantes, o olhar seduzia e matava outro olhar. Agora, odeio-te por nao me pertenceres mais. Odeio-te. Abro os olhos. Regresso ao meu corpo e odeio-te. E, quem sabe se no meio de tanto ódio nao te perdoaria - mas ambos sabemos que o perdao nao existe.
Se fugias, perseguia-te. Mas o olhar começava a cegar. Sentia-te, já nao te via. E o pior é que o tacto também esqueceu, rapidamente, a sensualidade da pele e o calor do sexo. O rosto aprendido de cor.
Hoje, tudo se sobrepoe. Nomes, rostos, gestos, corpos, lugares... um montao de cinzas que me deixaste como herança.
Nao devo perder tempo com o ciúme. A paixao desgastou-me. E nunca houve mais nada na minha vida - paixao ou ódio.
Só isto: se me aparecesses agora, tenho a certeza, matava-te"
by Al Berto
Um pequeno excerto do livro "O anjo mudo" que encontrei na net, numa pagina do DeviantArt. Uma vez que adorei o texto procurei o livro, mas, nao tem sido facil de encontrar. Ainda assim, ainda tentarei por mais algum tempo, se o conseguir, com certeza que mais excertos virao aqui parar...
Procuro o rosto com os dedos afiados pelo desejo. Toco a alba das pálpebras que, de súbito, se abrem para mim. Um fio de luz coalha na saliva do lábio.
Ouvimos o mar, como se tivéssemos encostado a cabeça ao peito um do outro. Mas nao há repouso nesta paixao. O dia cresce, sem luz — e os pássaros soltam-se do pólen dos sonhos, embatem contra os nossos corpos.
Nada podemos fazer.
Um risco de passos ensanguentados alastra pelo chao da cidade. A noite cerca-nos, devora-nos. Estamos definitivamente sozinhos.
Começamos, entao, a imitar a vida um do outro. E, abraçados, amamo-nos como se fosse a ultima vez...
O tempo sempre esteve aqui, e eu passei por ele quase sempre sozinho.
No entanto, recordo: deixaste-me sobre a pele um rasgao que já nao dói. Mas quando a memória da noite consegue trazer-te intacto, fecho os olhos, o corpo e a alma latejam de dor.
Dantes, o olhar seduzia e matava outro olhar. Agora, odeio-te por nao me pertenceres mais. Odeio-te. Abro os olhos. Regresso ao meu corpo e odeio-te. E, quem sabe se no meio de tanto ódio nao te perdoaria - mas ambos sabemos que o perdao nao existe.
Se fugias, perseguia-te. Mas o olhar começava a cegar. Sentia-te, já nao te via. E o pior é que o tacto também esqueceu, rapidamente, a sensualidade da pele e o calor do sexo. O rosto aprendido de cor.
Hoje, tudo se sobrepoe. Nomes, rostos, gestos, corpos, lugares... um montao de cinzas que me deixaste como herança.
Nao devo perder tempo com o ciúme. A paixao desgastou-me. E nunca houve mais nada na minha vida - paixao ou ódio.
Só isto: se me aparecesses agora, tenho a certeza, matava-te"
by Al Berto
Um pequeno excerto do livro "O anjo mudo" que encontrei na net, numa pagina do DeviantArt. Uma vez que adorei o texto procurei o livro, mas, nao tem sido facil de encontrar. Ainda assim, ainda tentarei por mais algum tempo, se o conseguir, com certeza que mais excertos virao aqui parar...
segunda-feira, dezembro 12
Entwined
"And you take me over
Over again
I wonder how can I go on and on
when you want to bury my passion
You are the shell around
I cannot escape
and I swallow my pride
Entwined together now
It's time to pass it over
(and you take me over, over again)
Entwined together now
And you take me over
Over again
I wonder
how can I live on and on
when you want to live in a hurry
You are the wall
-that I-
That I have to remove
And I swallow
I swallow my pride
Entwined together now
It's time to pass it over
Entwined together now
Entwined forever
And you take me over
Over again
Entwined together
Entwined forever"
by Lacuna Coil
A musica que aqui fica postada num momento que deveria ser de celebraçao, pois todas as datas marcantes costumam se-lo. Algo nao agradavel, ainda assim, um momento de extrema importancia e vivencias indispensaveis a ser quem sou.
Tudo mudou agora, mas o passado consegue sempre atirar os seus fantastmas sobre nos... Mas agora é altura de aceitar isso e seguir em frente, seguir em frente sem passar tanto tempo a olhar para o passado... Se algum dia for capaz de me desligar disso.
Para quem quer que se importe, aqui fica a celebraçao das antigas dores que concluem por agora os 24 ciclos Lunares. Postado no dia 12... propositadamente.
Aqui fica, como uma mais uma cicatriz permanente neste blog, com uma lagrima de sangue do coraçao.
Over again
I wonder how can I go on and on
when you want to bury my passion
You are the shell around
I cannot escape
and I swallow my pride
Entwined together now
It's time to pass it over
(and you take me over, over again)
Entwined together now
And you take me over
Over again
I wonder
how can I live on and on
when you want to live in a hurry
You are the wall
-that I-
That I have to remove
And I swallow
I swallow my pride
Entwined together now
It's time to pass it over
Entwined together now
Entwined forever
And you take me over
Over again
Entwined together
Entwined forever"
by Lacuna Coil
A musica que aqui fica postada num momento que deveria ser de celebraçao, pois todas as datas marcantes costumam se-lo. Algo nao agradavel, ainda assim, um momento de extrema importancia e vivencias indispensaveis a ser quem sou.
Tudo mudou agora, mas o passado consegue sempre atirar os seus fantastmas sobre nos... Mas agora é altura de aceitar isso e seguir em frente, seguir em frente sem passar tanto tempo a olhar para o passado... Se algum dia for capaz de me desligar disso.
Para quem quer que se importe, aqui fica a celebraçao das antigas dores que concluem por agora os 24 ciclos Lunares. Postado no dia 12... propositadamente.
Aqui fica, como uma mais uma cicatriz permanente neste blog, com uma lagrima de sangue do coraçao.
quarta-feira, dezembro 7
Só para dizer
"Só para dizer
que te amo,
nem sempre encontro
o melhor termo,
nem sempre escolho o melhor modo.
Devia ser como no cinema,
a lingua inglesa
fica sempre bem
e nunca atraiçoa ninguém.
O teu mundo
está tao perto do meu,
e o que digo está tao longe
como o mar esta do céu.
Só para dizer
que te amo,
nao sei porque este embaraço,
que mais parece que só te estimo,
e até um momento em que digo
que nao quero e o que sinto por ti
sao coisas confusas.
E até parece que estou a mentir
As palavras custam a sair
Nao digo o que estou a sentir,
Digo o contrario do que estou a sentir
O teu Mundo
está tao perto do meu,
e o que digo está tao longe
como o mar esta do céu
E é tao dificil, dizer amor,
é bem melhor dize-lo a cantar.
Por isso esta noite
fiz esta cançao
para resolver o meu problema de expressao.
Pra ficar mais perto
Bem mais de perto
Fica mais perto
Bem mais de perto"
by Cla
Uma musica muito alternativa ao estilo normal aqui postado. De qualquer forma, com uma letra muito bonita que remonta 'a visao do amor e paixao que penso ter-se no inicio da adolescencia. Aquele momento em que se experimenta nos primeiros anos a verdadeira atracçao por alguem, nao apenas alguma coisa imposta.
Dedicatoria obviamente nao tem, por ser um tema como este. Assim cada um pode dedica-lo a quem quiser, eu ca dedicarei, com certeza.
que te amo,
nem sempre encontro
o melhor termo,
nem sempre escolho o melhor modo.
Devia ser como no cinema,
a lingua inglesa
fica sempre bem
e nunca atraiçoa ninguém.
O teu mundo
está tao perto do meu,
e o que digo está tao longe
como o mar esta do céu.
Só para dizer
que te amo,
nao sei porque este embaraço,
que mais parece que só te estimo,
e até um momento em que digo
que nao quero e o que sinto por ti
sao coisas confusas.
E até parece que estou a mentir
As palavras custam a sair
Nao digo o que estou a sentir,
Digo o contrario do que estou a sentir
O teu Mundo
está tao perto do meu,
e o que digo está tao longe
como o mar esta do céu
E é tao dificil, dizer amor,
é bem melhor dize-lo a cantar.
Por isso esta noite
fiz esta cançao
para resolver o meu problema de expressao.
Pra ficar mais perto
Bem mais de perto
Fica mais perto
Bem mais de perto"
by Cla
Uma musica muito alternativa ao estilo normal aqui postado. De qualquer forma, com uma letra muito bonita que remonta 'a visao do amor e paixao que penso ter-se no inicio da adolescencia. Aquele momento em que se experimenta nos primeiros anos a verdadeira atracçao por alguem, nao apenas alguma coisa imposta.
Dedicatoria obviamente nao tem, por ser um tema como este. Assim cada um pode dedica-lo a quem quiser, eu ca dedicarei, com certeza.
sábado, dezembro 3
The Darkening
"And they travelled into the darkening,
I couldn't smile one final mistake,
the frozen tides keep heading south,
my broken home not far from you,
surrender slow I'll move with you,
wherever nothing you lead me to...
and they travelled into the darkening,
whitening the worlds behind,
we have reached the southern most,
and we want to know why, we want to know why.
wish bound, the time has come to choose alone,
to crack the code while you are young, while we feel strong,
have your revenge rape what you saw,
the midnight sun, arrives so late fourious and fast.
and they travelled into the darkening,
whitening the worlds behind,
we have reached the southern most,
and we want to know why, we want to know why.
and they travelled into the darkening,
whitning the ones behind,
we have reached the southern most,
and we want to know why, we want to know why.
and they travelled into the darkening,
freightining the ones behind,
we have reached the horror most,
and dare not to know why, dare not to know why.
Darkening,
Whitening,
freightining,
Weakining..."
Uma bela musica de Moonspell que nao está em nenhum dos seus albuns, apenas no single da Everything Invaded. Eu penso que esta é uma grande musica com qualidade mais que suficiente para fazer parte dum album, de qualquer forma é sempre agradavel descobri-la perdida e esquecida num single!
Um ritmo tao mais voltado para o rock gotico e menos para o heavy metal, de certa forma lembra-me 69 Eyes ou algo de genero.
I couldn't smile one final mistake,
the frozen tides keep heading south,
my broken home not far from you,
surrender slow I'll move with you,
wherever nothing you lead me to...
and they travelled into the darkening,
whitening the worlds behind,
we have reached the southern most,
and we want to know why, we want to know why.
wish bound, the time has come to choose alone,
to crack the code while you are young, while we feel strong,
have your revenge rape what you saw,
the midnight sun, arrives so late fourious and fast.
and they travelled into the darkening,
whitening the worlds behind,
we have reached the southern most,
and we want to know why, we want to know why.
and they travelled into the darkening,
whitning the ones behind,
we have reached the southern most,
and we want to know why, we want to know why.
and they travelled into the darkening,
freightining the ones behind,
we have reached the horror most,
and dare not to know why, dare not to know why.
Darkening,
Whitening,
freightining,
Weakining..."
Uma bela musica de Moonspell que nao está em nenhum dos seus albuns, apenas no single da Everything Invaded. Eu penso que esta é uma grande musica com qualidade mais que suficiente para fazer parte dum album, de qualquer forma é sempre agradavel descobri-la perdida e esquecida num single!
Um ritmo tao mais voltado para o rock gotico e menos para o heavy metal, de certa forma lembra-me 69 Eyes ou algo de genero.
quinta-feira, dezembro 1
Neurologista?
Vi agora mesmo um momento televisivo publicitario ao credito da Millenium BCP que me deixou a pensar em coisas estranhas (como sempre). Para quem nao conhece, o que la se mostra sao medicos a espreitar para os olhos, ouvido... das pessoas e a conseguirem ver o que eles querem.
E se isso fosse mesmo assim? Aposto que ate teria medo de ir ao medico! De qualquer forma, eles nao podem ver o que vai no nosso pensamento porque é feito em bases quimicas entre neuronios e sinapses e todos esses acontecimentos tecnicos que nao é oportuno explicar. Para alem do mais ainda ninguem sabe bem como funcionam.
Mas e se descobrem a genese do pensamento? Se descobrem a base fisiologia e quimica do pensamento e raciocinio? Bem, entao seria possivel saber o que estariamos a pensar. E afinal a leitura de mentes nao seria assim tao incredivel. Seriam também capazes de prever aquilo que fariamos em determinadas condiçoes, com tanta mais certeza quanto nos conhecessemos e fossemos equilibrados mentalmente.
Mas se conseguirmos saber como funciona e conseguirmos ler, vamos saber ate que ponto factores extrinsecos 'a fisiologia normal humana (como a electricidade) alteram o funcionamento mental (e sim, alteram mesmo, apenas nao se sabe como nem porque). Entao, talvez nao estivesse tambem muito distante controlar os nossos pensamentos e acçoes. E isso poderia ser feito perante um estimulo, desconhecido para o consciente.
Ora isto ja parece um filme de ficçao cientifica, ma uma protese mecanica foi alvo dum filme desse genero ha alguns anos atras. Agora é realidade.
Para alem do mais, podemos ser paranoicos ao ponto de pensar que os neurologistas nos fazem ja este tipo de experiencias e controlos, pois nos nao teriamos necessariamente consciencia!
E depois de tanta divagaçao parva, eu limito-me a perguntar... alguem terá ficado com vontade de eliminar os neurologistas?
E se isso fosse mesmo assim? Aposto que ate teria medo de ir ao medico! De qualquer forma, eles nao podem ver o que vai no nosso pensamento porque é feito em bases quimicas entre neuronios e sinapses e todos esses acontecimentos tecnicos que nao é oportuno explicar. Para alem do mais ainda ninguem sabe bem como funcionam.
Mas e se descobrem a genese do pensamento? Se descobrem a base fisiologia e quimica do pensamento e raciocinio? Bem, entao seria possivel saber o que estariamos a pensar. E afinal a leitura de mentes nao seria assim tao incredivel. Seriam também capazes de prever aquilo que fariamos em determinadas condiçoes, com tanta mais certeza quanto nos conhecessemos e fossemos equilibrados mentalmente.
Mas se conseguirmos saber como funciona e conseguirmos ler, vamos saber ate que ponto factores extrinsecos 'a fisiologia normal humana (como a electricidade) alteram o funcionamento mental (e sim, alteram mesmo, apenas nao se sabe como nem porque). Entao, talvez nao estivesse tambem muito distante controlar os nossos pensamentos e acçoes. E isso poderia ser feito perante um estimulo, desconhecido para o consciente.
Ora isto ja parece um filme de ficçao cientifica, ma uma protese mecanica foi alvo dum filme desse genero ha alguns anos atras. Agora é realidade.
Para alem do mais, podemos ser paranoicos ao ponto de pensar que os neurologistas nos fazem ja este tipo de experiencias e controlos, pois nos nao teriamos necessariamente consciencia!
E depois de tanta divagaçao parva, eu limito-me a perguntar... alguem terá ficado com vontade de eliminar os neurologistas?
sábado, novembro 26
Doom & Lobos Assassinos
Recentemente tive a oportunidade de ir ao cinema ver o Doom. Este filme, do qual nem sequer conhecia a historia, tive uma certa curiosidade em ir ver. Posso desde já dizer que há um ponto de discordancia entre a historia do jogo e do filme, qual delas a melhor? Penso que a do filme, a do jogo ultrapassa um pouco os conhecimentos que tenho, fazendo-me apenas deixa-lo cair no mundo da fantasia. Para quem nao sabe, a historia do jogo começa como uma escavaçao arqueologica em Marte, que, nao propositadamente abre um portal para uma outra dimensao ou mundo ou seja lá o que for. O filme discorda num ponto desta historia, mas penso que contar o que será poderá tirar algum valor ao filme visto pela primeira vez sem nada se saber dele, pelo que me mantenho em silencio.
De qualquer forma, achei o que o filme estava muito bem conseguido, muito fiel 'as (poucas) imagens que conheço do jogo. O som está bastante estranho, se é que se pode chamar assim, mas nao deixa de ser interessante. Fiquei um pouco apreensivo ao saber que "The Rock" fazia parte do elenco, mas nao me desapontou. Um fime com bastante acçao e muita ficçao cientifica, com momentos bem interessantes.
Um outro filme que tive a oportunidade de ver (mas nao no cinema) foi o Dog Soldiers (titulo em portugues Lobos Assassinos). Um filme que, como já seria de esperar, trata de lubisomens, mas, desta vez, frente a um plotao do exercito. Gostei da forma como se desenrolou, ainda que, por vezes, o tenha achado mal conseguido. O problema da concretizaçao duma lenda licantropina ao cinema está presente em todos os filmes, porque sao lendas proprias de serem contadas ou lidas, torna-las imagem nao é facil. Um licanotropo descrito acaba sempre por ser mais assustador do que a uma imagem que nos prendemos. Ainda assim, há boas imagens de lubisomens. O filme está original na concepçao e tem novidades e descobertas ao longo da historia.
Para quem quiser saber mais, aqui ficam os links do Doom e do Dog Soldiers no www.imdb.com
De qualquer forma, achei o que o filme estava muito bem conseguido, muito fiel 'as (poucas) imagens que conheço do jogo. O som está bastante estranho, se é que se pode chamar assim, mas nao deixa de ser interessante. Fiquei um pouco apreensivo ao saber que "The Rock" fazia parte do elenco, mas nao me desapontou. Um fime com bastante acçao e muita ficçao cientifica, com momentos bem interessantes.
Um outro filme que tive a oportunidade de ver (mas nao no cinema) foi o Dog Soldiers (titulo em portugues Lobos Assassinos). Um filme que, como já seria de esperar, trata de lubisomens, mas, desta vez, frente a um plotao do exercito. Gostei da forma como se desenrolou, ainda que, por vezes, o tenha achado mal conseguido. O problema da concretizaçao duma lenda licantropina ao cinema está presente em todos os filmes, porque sao lendas proprias de serem contadas ou lidas, torna-las imagem nao é facil. Um licanotropo descrito acaba sempre por ser mais assustador do que a uma imagem que nos prendemos. Ainda assim, há boas imagens de lubisomens. O filme está original na concepçao e tem novidades e descobertas ao longo da historia.
Para quem quiser saber mais, aqui ficam os links do Doom e do Dog Soldiers no www.imdb.com
sábado, novembro 12
Perunta +- rectorica
Uma pergunta duma amiga que ja constou neste blog, mas nao em nome me fez uma pergunta um tanto quanto interessante pela formulaçao, pelo que penso perguntar e pelas possibilidades de resposta infinitas...
A realidade é um sonho ou o sonho é realidade?
A realidade é um sonho ou o sonho é realidade?
Moonspell news
Ontem tive o prazer de reparar num novo site (ou parte blogista deste) que fará parte dos nossos links. Isto ainda tera de ter a aprovaçao de Black__Rainbow, mas penso que ele ira concordar.
Ao tentar encontrar alguma informaçao adicional sobre os Moonspell acabei por ir parar 'a pagina oficial da banda, agora modificada. Afinal, os Moonspell finalmente abriram o blog que conta a progressao da banda e do trabalho novo que esta a construir longinquamente. Só descobri ontem esse blog, pelo que estive a ler todos os posts de seguida.
Sobre o novo trabalho (e esta informaçao é proveninente do blog deles), parece ser promissor, talvez ate demais. Concordo com Black__Rainbow ao dizer que o trabalho deles me poe curioso e um pouco apreensivo. Isto porque o novo album, de nome Memories, é um tributo ao 1? album da banda, lançado 'a 10 anos atras, Wolfheart. Durante o blog ao ler as escritas do Fernando parece-me notar alguma pena no caminho que tomaram e parece querer remontar as origens. Claro que isso me deixa extremamente alegre, o Wolfheart foi sem duvida um grande marco!
O que de negativo pode ter é que a musica nova pode nao estar ao nivel de fazer um tributo a algo tao grande quanto o Wolfheart, pelo que o tributo da memoria ainda presente pode sair um pouco negativo. Também porque tudo isto se assemelha ao que as bandas fazem perto do seu final de vida, uma memoria aos bons tempos passados, memorias e recordaçoes trazidas vivas de novo mesmo antes do final.
Mas vamos ser optimistas e pensar que apenas apos tanto tempo e tanta divergencia, a banda concordou em voltar determinantemente ao que era e que os colocou na posiçao inicial que os levou 'a posiçao na qual agora se encontram. Louvavel.
Também nao consigo ser muito negativo quando penso que a musica podera nao estar ao nivel do Wolfheart. Afinal foram eles que o fizeram inicialmente e agora, passados quase 11 anos a banda tem mais fama, esta mais brilhante e tem mais experiencia do que alguma vez tiveram. Desta vez canalizam a sua magia musical para a origem que os iniciou e para sentimentos antigos. Chegaram até a tentar recriar o ambiente em que gravaram o Wolfheart, nos mesmos quartos, da mesma cidade, no mesmo estudio. Dizem também (Fernando e Mike) que é a melhor musica que alguma vez fizeram e que estao agora mais perto da verdade que em qualquer outro momento de direccionamento da banda perante um novo trabalho...
Vamos acreditar neles... e esperar ate 'a Primavera de 2006 para ver (ou ouvir) o resultado...
\m/
Ao tentar encontrar alguma informaçao adicional sobre os Moonspell acabei por ir parar 'a pagina oficial da banda, agora modificada. Afinal, os Moonspell finalmente abriram o blog que conta a progressao da banda e do trabalho novo que esta a construir longinquamente. Só descobri ontem esse blog, pelo que estive a ler todos os posts de seguida.
Sobre o novo trabalho (e esta informaçao é proveninente do blog deles), parece ser promissor, talvez ate demais. Concordo com Black__Rainbow ao dizer que o trabalho deles me poe curioso e um pouco apreensivo. Isto porque o novo album, de nome Memories, é um tributo ao 1? album da banda, lançado 'a 10 anos atras, Wolfheart. Durante o blog ao ler as escritas do Fernando parece-me notar alguma pena no caminho que tomaram e parece querer remontar as origens. Claro que isso me deixa extremamente alegre, o Wolfheart foi sem duvida um grande marco!
O que de negativo pode ter é que a musica nova pode nao estar ao nivel de fazer um tributo a algo tao grande quanto o Wolfheart, pelo que o tributo da memoria ainda presente pode sair um pouco negativo. Também porque tudo isto se assemelha ao que as bandas fazem perto do seu final de vida, uma memoria aos bons tempos passados, memorias e recordaçoes trazidas vivas de novo mesmo antes do final.
Mas vamos ser optimistas e pensar que apenas apos tanto tempo e tanta divergencia, a banda concordou em voltar determinantemente ao que era e que os colocou na posiçao inicial que os levou 'a posiçao na qual agora se encontram. Louvavel.
Também nao consigo ser muito negativo quando penso que a musica podera nao estar ao nivel do Wolfheart. Afinal foram eles que o fizeram inicialmente e agora, passados quase 11 anos a banda tem mais fama, esta mais brilhante e tem mais experiencia do que alguma vez tiveram. Desta vez canalizam a sua magia musical para a origem que os iniciou e para sentimentos antigos. Chegaram até a tentar recriar o ambiente em que gravaram o Wolfheart, nos mesmos quartos, da mesma cidade, no mesmo estudio. Dizem também (Fernando e Mike) que é a melhor musica que alguma vez fizeram e que estao agora mais perto da verdade que em qualquer outro momento de direccionamento da banda perante um novo trabalho...
Vamos acreditar neles... e esperar ate 'a Primavera de 2006 para ver (ou ouvir) o resultado...
\m/
terça-feira, novembro 1
Halloween
Foi ainda ontem mas parece já ter passado 'a muito mais tempo e ainda tao presente! Ainda ontem que estive "In and Above Men", com muitos outros. Foi uma grande noite.
Desde a saida das aulas ate ir cheio de pressa fazer tudo para ir ter com amigos, que também estiveram presentes toda esta fantastica noite.
O projecto correu bem e tal como planeado o jantar no Via Catarina foi suficientemente cedo para estar no teatro 'as 21.30 (hora a que, supostamente, as portas abriam). Depois do jantar dei-me a conhecer a duas pessoas que já conhecia há algum tempo, mas nao pessoalmente... interessante... No teatro esperei muito mais tempo por abrir as portas que qualquer outro momento que la tenha ocorrido! Mesmo assim, fui dos primeiros a chegar lá e consegui um lugar bem perto do palco.
O ambiente era optimo. O teatro Sá da Bandeira tem a sala ideal para um ambiente sinistro e para um concerto de Halloween.
O pior do concerto foi o mosh, foi exagerado e muito violento. De resto, o concerto correu lindamente! Foi muito forte, com musicas antigas e novas bem misturadas e resultando em momentos fortes e emocionais.
Consegui concretizar algo que tinha como objectivo, que foi ouvir a Angelizer ao vivo. Esta era uma das musicas de Moonspell que menos gostava quando inicialmente a ouvi, passou a uma musica genial desde que a vi num concerto. Desde esse momento que desejava ouvi-la ao vivo. Fernando Ribeiro e as suas asas... "The eternal spectator".
Após todas as musicas fortes do concerto, FullMoon Madness... pouco mais haverá a dizer para quem sabe o que ela significa para Wolfhearted ones, para aqueles que nao o sao, bem, nada há a dizer. Também a Capricorn at her feet, musica mais calma do concerto, foi de uma carga emocional enorme.
Chegou o momento do adeus 'a magia momentanea e sempre presente dos Moonspell. Eu e todos aqueles que foram comigo (e nao me lembro de ninguem melhor para ter ao meu lado) estavamos estourados. Agradavelmente cansados. Encontrei (totalmente) inesperadamente alguém que conhecia, alguem da minha turma! Afinal ainda há lá meia duzia de pessoas com bom-gosto!
A banda seguinte era bastante boa, embora nao a conhecesse, gostei. Ainda assim, cansou-me um pouco demais e, como também já nao a estava a ouvir na sala do concerto (que os ouvidos nao mo permitiram), decidi sair.
No momento em que estava sentado no corredor, reparei que as minhas botas de longa data deram as ultimas. Nobremente se aguentaram já muito tempo (mais de 2 anos) com tratamentos muito agressivos, muitos kms fiz com elas, em muitas (e tao importantes) historias poderiam contar. As botas, parte integrante minha, terao de ser reformadas dentro em breve... E que momento mais glorioso para lhes dar um final do que num concerto dos Moonspell, de Halloween?
Saindo do teatro, um passeio pelo Porto 'a noite... extremamente agradavel. Só a sede faz a água saber tao bem quanto absynto no meio da chuva fria... e isto nao se reflecte apenas na agua, mas em tudo o que ontem se passou!
Chegando perto de casa, adeus a alguns, adeus alegre, mas triste, esperando ver-vos em breve! Um pouco mais de tempo sereno dentro do carro, a reviver o passado, acabo por adormecer a ouvir a chuva, com o coraçao quente... acordo algum tempo depois, tempo de ir para casa...
Mas nao tinha tudo terminado, afinal toda a cidade estava apagada, a luz faltou em todo o lado durante cerca de uma hora nesta noite fria. Chegando a casa, a luz foi recuperada a tempo de ouvir a Ghostsong mesmo antes de me deitar, depois de ter andado pela casa com velas.
Sem duvida, uma das melhores noites da minha vida...
Desde a saida das aulas ate ir cheio de pressa fazer tudo para ir ter com amigos, que também estiveram presentes toda esta fantastica noite.
O projecto correu bem e tal como planeado o jantar no Via Catarina foi suficientemente cedo para estar no teatro 'as 21.30 (hora a que, supostamente, as portas abriam). Depois do jantar dei-me a conhecer a duas pessoas que já conhecia há algum tempo, mas nao pessoalmente... interessante... No teatro esperei muito mais tempo por abrir as portas que qualquer outro momento que la tenha ocorrido! Mesmo assim, fui dos primeiros a chegar lá e consegui um lugar bem perto do palco.
O ambiente era optimo. O teatro Sá da Bandeira tem a sala ideal para um ambiente sinistro e para um concerto de Halloween.
O pior do concerto foi o mosh, foi exagerado e muito violento. De resto, o concerto correu lindamente! Foi muito forte, com musicas antigas e novas bem misturadas e resultando em momentos fortes e emocionais.
Consegui concretizar algo que tinha como objectivo, que foi ouvir a Angelizer ao vivo. Esta era uma das musicas de Moonspell que menos gostava quando inicialmente a ouvi, passou a uma musica genial desde que a vi num concerto. Desde esse momento que desejava ouvi-la ao vivo. Fernando Ribeiro e as suas asas... "The eternal spectator".
Após todas as musicas fortes do concerto, FullMoon Madness... pouco mais haverá a dizer para quem sabe o que ela significa para Wolfhearted ones, para aqueles que nao o sao, bem, nada há a dizer. Também a Capricorn at her feet, musica mais calma do concerto, foi de uma carga emocional enorme.
Chegou o momento do adeus 'a magia momentanea e sempre presente dos Moonspell. Eu e todos aqueles que foram comigo (e nao me lembro de ninguem melhor para ter ao meu lado) estavamos estourados. Agradavelmente cansados. Encontrei (totalmente) inesperadamente alguém que conhecia, alguem da minha turma! Afinal ainda há lá meia duzia de pessoas com bom-gosto!
A banda seguinte era bastante boa, embora nao a conhecesse, gostei. Ainda assim, cansou-me um pouco demais e, como também já nao a estava a ouvir na sala do concerto (que os ouvidos nao mo permitiram), decidi sair.
No momento em que estava sentado no corredor, reparei que as minhas botas de longa data deram as ultimas. Nobremente se aguentaram já muito tempo (mais de 2 anos) com tratamentos muito agressivos, muitos kms fiz com elas, em muitas (e tao importantes) historias poderiam contar. As botas, parte integrante minha, terao de ser reformadas dentro em breve... E que momento mais glorioso para lhes dar um final do que num concerto dos Moonspell, de Halloween?
Saindo do teatro, um passeio pelo Porto 'a noite... extremamente agradavel. Só a sede faz a água saber tao bem quanto absynto no meio da chuva fria... e isto nao se reflecte apenas na agua, mas em tudo o que ontem se passou!
Chegando perto de casa, adeus a alguns, adeus alegre, mas triste, esperando ver-vos em breve! Um pouco mais de tempo sereno dentro do carro, a reviver o passado, acabo por adormecer a ouvir a chuva, com o coraçao quente... acordo algum tempo depois, tempo de ir para casa...
Mas nao tinha tudo terminado, afinal toda a cidade estava apagada, a luz faltou em todo o lado durante cerca de uma hora nesta noite fria. Chegando a casa, a luz foi recuperada a tempo de ouvir a Ghostsong mesmo antes de me deitar, depois de ter andado pela casa com velas.
Sem duvida, uma das melhores noites da minha vida...
domingo, outubro 30
Paraiso?
Hoje em conversa ocorreu-me uma coisa louca! Daqui saiu mais uma daquelas loucas teorias que nao lembram a ninguem, que eu adoro ter e discutir!
Vamos por um momento sair da realidade e pensar como se Adao e Eva tivessem mesmo existido...
Adao e Eva (nao atribuindo culpa a nenhum dos dois) amaldiçoaram para sempre a raça humana, que para sempre tera de sofrer para viver, tera de trabalhar... Se eles nao tivessem comido "a maça", a esta hora estariamos todos no paraiso, sentados numa nuvem a ver passar os dias, felizes e contentes, nas nossas inocencias.
Mas a minha pergunta é, sera que era mesmo bom?
O paraiso nao é bom! Afinal nos vamos para la e nao existe pecado! O que dá gozo na vida é pecado! Nos no paraiso nunca teriamos gula, nunca amariamos na totalidade por ser um sentimento tao forte (e por isso, potencialmente destrutivo), nunca dariamos valor a nada pois nao teriamos de nos esforçar por isso, nao teriamos alcool, tabaco, qualquer tipo de drogas, sexo (provavelmente so para reproduçao), palavoes, faltas de humor, piadas badalhocas, carros competiçoes, insultos (pelo que o elogio perdia o valor), mau tempo, contraditoriedade de ideias e, consequentemente, nao existiria o debate... e muitas outras coisas que imagino que consigam conceber muitas mais, e, provavelmente, mais ate do que eu.
Por isso, acordem! O paraiso nao pode existir! O paraiso é uma contradiçao, e lá apenas se sentiria bem quem vivesse na inocencia de nunca ter conhecido o pecado. Mas eu perfiro saber, a minha teoria é ter conhecimento de tudo, para podermos escolher correctamente e negarmos ao que nao queremos. Se todos vivessemos ainda hoje no paraiso (e aquela maça nao tivesse sido comida), seriamos ignorantes felizes, sem saber o gozo que temos no vicio e nos pequenos prazeres mortais.
E isto me leva a um outro pensamento... poderia existir uma forma de vida ainda melhor do que esta, que, por alguma razao, nao nos tivesse sido permitida ou demonstrada... Talvez pudessemos viver muito melhor se conseguissemos conceber alguma coisa que poderiamos fazer (ou nao fazer), mas que nunca ninguem se lembrou e ninguem sabe que existe. Claro que esta ideia é bem mais complexa e bem mais improvavel de ser real. Afinal há por ai gente a tentar tanta coisa! E gente com uma imaginaçao tao produtiva para loucuras!
Vamos por um momento sair da realidade e pensar como se Adao e Eva tivessem mesmo existido...
Adao e Eva (nao atribuindo culpa a nenhum dos dois) amaldiçoaram para sempre a raça humana, que para sempre tera de sofrer para viver, tera de trabalhar... Se eles nao tivessem comido "a maça", a esta hora estariamos todos no paraiso, sentados numa nuvem a ver passar os dias, felizes e contentes, nas nossas inocencias.
Mas a minha pergunta é, sera que era mesmo bom?
O paraiso nao é bom! Afinal nos vamos para la e nao existe pecado! O que dá gozo na vida é pecado! Nos no paraiso nunca teriamos gula, nunca amariamos na totalidade por ser um sentimento tao forte (e por isso, potencialmente destrutivo), nunca dariamos valor a nada pois nao teriamos de nos esforçar por isso, nao teriamos alcool, tabaco, qualquer tipo de drogas, sexo (provavelmente so para reproduçao), palavoes, faltas de humor, piadas badalhocas, carros competiçoes, insultos (pelo que o elogio perdia o valor), mau tempo, contraditoriedade de ideias e, consequentemente, nao existiria o debate... e muitas outras coisas que imagino que consigam conceber muitas mais, e, provavelmente, mais ate do que eu.
Por isso, acordem! O paraiso nao pode existir! O paraiso é uma contradiçao, e lá apenas se sentiria bem quem vivesse na inocencia de nunca ter conhecido o pecado. Mas eu perfiro saber, a minha teoria é ter conhecimento de tudo, para podermos escolher correctamente e negarmos ao que nao queremos. Se todos vivessemos ainda hoje no paraiso (e aquela maça nao tivesse sido comida), seriamos ignorantes felizes, sem saber o gozo que temos no vicio e nos pequenos prazeres mortais.
E isto me leva a um outro pensamento... poderia existir uma forma de vida ainda melhor do que esta, que, por alguma razao, nao nos tivesse sido permitida ou demonstrada... Talvez pudessemos viver muito melhor se conseguissemos conceber alguma coisa que poderiamos fazer (ou nao fazer), mas que nunca ninguem se lembrou e ninguem sabe que existe. Claro que esta ideia é bem mais complexa e bem mais improvavel de ser real. Afinal há por ai gente a tentar tanta coisa! E gente com uma imaginaçao tao produtiva para loucuras!
segunda-feira, outubro 24
Monumental serenata da UP
Ontem tive a oportunidade de assistir a uma serenata de estudantes no largo da Sé do Porto. Um evento interessante, ainda que eu tenha gostado muito mais duma que ocorreu nas traseiras da igreja de Cedofeita. Era um lugar mais escuro, com menos pessoas, mais pequeno, fazia-se mais silencio, ninguem tinha microfones... quase parecia que nao ocorreu realmente, passado algum tempo, assim como com os sonhos.
As serenatas sao compostas (musicalmente) por fados. É um estilo de musica que nao aprecio especialmente, excepto nestes casos. Nao é o tipico fado das casas de fados, fadistas amadores ou Amalia Rodrigues. É um fado um pouco diferente, mais aluente 'a vida academica, amores e desamores, noites e Luares.
Ainda que a serenata nao fosse tanto quanto esperava tive a oportunidade de voltar a ver o Porto, no centro, coisa que nao acontecia ha demasiado tempo. Adoro a cidade enquanto escurece ou de noite, principalmente no Inverno. Para todos aqueles que ainda nao o conhecem, deveriam visitar a baixa do Porto na época natalicia e deixar-se estar por la ate passar a hora de ponta da tarde. É uma visao extremamente bela da cidade. Tirei algumas fotografias que talvez post aqui, mas ainda nao tive oportunidade de as tirar da maquina.
As mais sinceras desculpas a todos os visitantes assiduos (ou nao) pela nao assiduidade de actualizaçao do blog.
As serenatas sao compostas (musicalmente) por fados. É um estilo de musica que nao aprecio especialmente, excepto nestes casos. Nao é o tipico fado das casas de fados, fadistas amadores ou Amalia Rodrigues. É um fado um pouco diferente, mais aluente 'a vida academica, amores e desamores, noites e Luares.
Ainda que a serenata nao fosse tanto quanto esperava tive a oportunidade de voltar a ver o Porto, no centro, coisa que nao acontecia ha demasiado tempo. Adoro a cidade enquanto escurece ou de noite, principalmente no Inverno. Para todos aqueles que ainda nao o conhecem, deveriam visitar a baixa do Porto na época natalicia e deixar-se estar por la ate passar a hora de ponta da tarde. É uma visao extremamente bela da cidade. Tirei algumas fotografias que talvez post aqui, mas ainda nao tive oportunidade de as tirar da maquina.
As mais sinceras desculpas a todos os visitantes assiduos (ou nao) pela nao assiduidade de actualizaçao do blog.
sábado, outubro 15
"Estarei so perante o mar? Estarei apenas eu e ele? Todos os outros nao importarao caso nao queiram inteirar-se do momento, claro! Mas será que nao o querem mesmo? Estarao apenas interessados na atitude e nao no porque ou apenas no porque sem atitude?
Nao importa, consigo ve-los, mas agora nao me poderiam ser mais indiferentes. Prestar homenagem ao mar por baixo da Lua (visivel ou nao) é sempre prioritario a quaisquer perguntas ou cepticismo. Olá outra vez, sera que estas assim tao feliz de me ver que me saltas como um cachorrinho a tentar trepar-me? Viste-me recentemente, ainda ontem! Emboras nao tenhas podido sentir-me, falar-me.
Volto. Todos voces... alguma pergunta? Sem perguntas, sem duvidas, so explicaçoes silenciosas nas entrelinhas de palavras doidas. Entre vos posso sentar-me e olhar o mar enquanto me tenta falar em dois tons diferentes. Posso ouvi-lo, posso percebe-lo... tao facil... Posso sentir-me envolto por tao grande força sem forma, posso voar sobre ele. Mas atrevidamente abala todos dos seus postos, sorrindo suavemente.
Sentados num momento de reflexao, no silencio de todas as palavras... até ao demasiado e 'a insuportavel pausa do tempo, feita para nos. Um momento que ate a Lua se dignou a observar por entre cortinas, a esconder a elegancia astral.
Mas nao tu, em pe entre todos os caidos. Flutuando na areia. Fechas-te em ti, assumidamente e sem importar. No teu tao privado e tao guardado mundo, fechado a sete chaves e escondido em ti. Esse mundo que tanto proteges e te deixa poder estar so entre tantos outros. Aí estas tu, bem perto. Mas, ainda, nao mais do que uma sombra forte. E o eterno desejo de poder mostrar o mundo atraves de meus olhos a todos.
Enquanto o rosto e as maos secam, toda a roupa molhada se cola ao corpo da forma mais fria que consigo recordar. Mas apenas me consegue aquecer. Tanta harmonia em volta, tanta perfeiçao, tanta duvida e tanta certeza, determinaçao, força... tanta beleza que parece nao caber em mim! Sei que nao sou capaz de suporta-la em toda na sua totalidade, entao desisto... e toda ela passa por mim, mas deixo de tentar capta-la, deixo-a entrar e sair de mim, deixando-me algo. Tudo isso, deixo ai mesmo, onde encontrei, para onde voltarei.
Volto. Voltas. A ti, em silencio, em abstinencia de loucura extrinseca ao corpo. Duvido, sorrio...
E em tempo de ultimo registo me encontro em escrita descritiva frenetica de algo que tento registar antes que perca alguma da sua magia. Algo que nunca esquecerei e gostaria de agradecer em todo o explendor do agradecimento que tenho para dar a todos o que comigo o partilharam, mas sabendo-o impossivel. Sei-me agora molhado, sei-me frio no corpo. Por agora dispo-me e deito-me com a janela aberta, na minha tao velha cama entre dois lençois e um cobertor pesado. Deito-me, embora saiba que apos tanta emoçao nao serei capaz de dormir. Reviverei o momento horas a fio ate o esgotar e me permitir descansar..."
by Fernando Vargas
Um texto que, desta vez, foi o proprio Fernando que pediu para ser postado. Isto com a certeza de que poucos o entenderam na totalidade, mas apenas os que podem. Postado e divulgado em forma de homenagem e agradecimento.
Nao importa, consigo ve-los, mas agora nao me poderiam ser mais indiferentes. Prestar homenagem ao mar por baixo da Lua (visivel ou nao) é sempre prioritario a quaisquer perguntas ou cepticismo. Olá outra vez, sera que estas assim tao feliz de me ver que me saltas como um cachorrinho a tentar trepar-me? Viste-me recentemente, ainda ontem! Emboras nao tenhas podido sentir-me, falar-me.
Volto. Todos voces... alguma pergunta? Sem perguntas, sem duvidas, so explicaçoes silenciosas nas entrelinhas de palavras doidas. Entre vos posso sentar-me e olhar o mar enquanto me tenta falar em dois tons diferentes. Posso ouvi-lo, posso percebe-lo... tao facil... Posso sentir-me envolto por tao grande força sem forma, posso voar sobre ele. Mas atrevidamente abala todos dos seus postos, sorrindo suavemente.
Sentados num momento de reflexao, no silencio de todas as palavras... até ao demasiado e 'a insuportavel pausa do tempo, feita para nos. Um momento que ate a Lua se dignou a observar por entre cortinas, a esconder a elegancia astral.
Mas nao tu, em pe entre todos os caidos. Flutuando na areia. Fechas-te em ti, assumidamente e sem importar. No teu tao privado e tao guardado mundo, fechado a sete chaves e escondido em ti. Esse mundo que tanto proteges e te deixa poder estar so entre tantos outros. Aí estas tu, bem perto. Mas, ainda, nao mais do que uma sombra forte. E o eterno desejo de poder mostrar o mundo atraves de meus olhos a todos.
Enquanto o rosto e as maos secam, toda a roupa molhada se cola ao corpo da forma mais fria que consigo recordar. Mas apenas me consegue aquecer. Tanta harmonia em volta, tanta perfeiçao, tanta duvida e tanta certeza, determinaçao, força... tanta beleza que parece nao caber em mim! Sei que nao sou capaz de suporta-la em toda na sua totalidade, entao desisto... e toda ela passa por mim, mas deixo de tentar capta-la, deixo-a entrar e sair de mim, deixando-me algo. Tudo isso, deixo ai mesmo, onde encontrei, para onde voltarei.
Volto. Voltas. A ti, em silencio, em abstinencia de loucura extrinseca ao corpo. Duvido, sorrio...
E em tempo de ultimo registo me encontro em escrita descritiva frenetica de algo que tento registar antes que perca alguma da sua magia. Algo que nunca esquecerei e gostaria de agradecer em todo o explendor do agradecimento que tenho para dar a todos o que comigo o partilharam, mas sabendo-o impossivel. Sei-me agora molhado, sei-me frio no corpo. Por agora dispo-me e deito-me com a janela aberta, na minha tao velha cama entre dois lençois e um cobertor pesado. Deito-me, embora saiba que apos tanta emoçao nao serei capaz de dormir. Reviverei o momento horas a fio ate o esgotar e me permitir descansar..."
by Fernando Vargas
Um texto que, desta vez, foi o proprio Fernando que pediu para ser postado. Isto com a certeza de que poucos o entenderam na totalidade, mas apenas os que podem. Postado e divulgado em forma de homenagem e agradecimento.
quarta-feira, outubro 12
Tonight's music
"who could call my name without regretting
who could see beyond this my darkness
and for once save their own prayers
who could mirror down just a little
of their sun
how could this go so very wrong
that I must depend on darkness
would anyone follow me further down
how could this go so very far
that I need someone to say
what is wrong
not with the world but me
who could call my name without regretting
who could promise to never destroy me
tonight my head is full of wishes
and everything I drink is full of her"
by Katatonia
Ainda hoje estive com uma pessoa que tinha tido uma depressao. Recordo com alguma dor como é estar triste, só e sem nada a que se segurar. Posso ainda agradecer aos Deuses (ou Demonios) o facto de ter tido sempre alguem ao meu lado "follow me further down", enquanto precisei... pena que ja nao seja mais dessa forma, afinal "who could promise to never destroy me" nao foi ninguem.
O resto da letra fica para interpretaçao pessoal, mas, como sempre, aberto para discussao ou apresentaçao de ideias.
Katatonia, que ainda neste presente ano editaram um best of com o nome de Black Sessions, que posso confirmar ser um optimo CD (triplo)! Certamente muitas outras musicas deles aparecerao por aqui.
Posso ainda referir que considero que todo o album apresenta uma optima estrutura e desenvolvimento melodico associado 'as capacidades de grande(s) letrista(s).
Lamento a falta de regularidade com que este blog tem sido actualizado, nao me esqueci, apenas me tem sido completamente impossivel mante-lo actualizado. Mas tentarei faze-lo tantas vezes quantas me for possivel, esperando que sejam suficientes para os nossos visitantes mais assiduos nao perderem o interesse...
who could see beyond this my darkness
and for once save their own prayers
who could mirror down just a little
of their sun
how could this go so very wrong
that I must depend on darkness
would anyone follow me further down
how could this go so very far
that I need someone to say
what is wrong
not with the world but me
who could call my name without regretting
who could promise to never destroy me
tonight my head is full of wishes
and everything I drink is full of her"
by Katatonia
Ainda hoje estive com uma pessoa que tinha tido uma depressao. Recordo com alguma dor como é estar triste, só e sem nada a que se segurar. Posso ainda agradecer aos Deuses (ou Demonios) o facto de ter tido sempre alguem ao meu lado "follow me further down", enquanto precisei... pena que ja nao seja mais dessa forma, afinal "who could promise to never destroy me" nao foi ninguem.
O resto da letra fica para interpretaçao pessoal, mas, como sempre, aberto para discussao ou apresentaçao de ideias.
Katatonia, que ainda neste presente ano editaram um best of com o nome de Black Sessions, que posso confirmar ser um optimo CD (triplo)! Certamente muitas outras musicas deles aparecerao por aqui.
Posso ainda referir que considero que todo o album apresenta uma optima estrutura e desenvolvimento melodico associado 'as capacidades de grande(s) letrista(s).
Lamento a falta de regularidade com que este blog tem sido actualizado, nao me esqueci, apenas me tem sido completamente impossivel mante-lo actualizado. Mas tentarei faze-lo tantas vezes quantas me for possivel, esperando que sejam suficientes para os nossos visitantes mais assiduos nao perderem o interesse...
quarta-feira, outubro 5
Eclipse
Há tanto tempo que este blog ja pedia uma actualizaçao. Nao, nao o esqueci. Decerto nao tenho passado muito tempo aqui, talvez pelo pouco tempo que o mundo (ir)real me deixa, por problemas tecnicos ou talvez ambas...
Há ja bastante tempo que achei que o facto de o eclipse se ver nesta zona e ser de uma dimensao consideravel, deveria ter mençao e merecia um post. Pois claro, todos vimos a musa Lua durante o dia, provando que, ao contrario do que todos dizem, a Lua nao dá luar graças 'a acçao caridosa do sol! Ela tem o poder de o encobrir!
Ver o dia fazer-se escuro, vento levantar-se com tanta poeira, as sombras de tudo mal definidas e tao estranhas, um mundo tao solitario por poucos segundo... quase tive uma bela visao do que sera o apocalipse, se ele chegar a existir num unico momento de destruiçao.
Foi algo extremamente magico. Espero ainda ter oportunidade de postar aqui algumas fotografias (tiradas sem filtro e dum telemovel, infelizmente) desse belo momento.
A Lua...
Spreading an Eclipse... at her feet!
Há ja bastante tempo que achei que o facto de o eclipse se ver nesta zona e ser de uma dimensao consideravel, deveria ter mençao e merecia um post. Pois claro, todos vimos a musa Lua durante o dia, provando que, ao contrario do que todos dizem, a Lua nao dá luar graças 'a acçao caridosa do sol! Ela tem o poder de o encobrir!
Ver o dia fazer-se escuro, vento levantar-se com tanta poeira, as sombras de tudo mal definidas e tao estranhas, um mundo tao solitario por poucos segundo... quase tive uma bela visao do que sera o apocalipse, se ele chegar a existir num unico momento de destruiçao.
Foi algo extremamente magico. Espero ainda ter oportunidade de postar aqui algumas fotografias (tiradas sem filtro e dum telemovel, infelizmente) desse belo momento.
A Lua...
Spreading an Eclipse... at her feet!
sábado, setembro 17
FullMoon
Só para relembrar a quem se conseguiu esquecer, mesmo com este luar tao lindo, que a Lua Cheia terá o seu maximo esta noite de Sábado para Domingo. A Lua estara no seu apogeu mensal pelas 02.01, o que vai permitir ve-la nesse momento, porque desta vez calha de noite.
Nao podia deixar de referenciar isto dado o Luar que se tem apresentado nestes ultimos dias, daquela Lua tao orgulhosa da sua luz. E ainda porque é num dia 18, e ainda para mais de Setembro, data importante para mim, que a Lua irá atingir todo o seu explendor!
Aproveitem para espreita-la nem que seja so por um momento...
Nao podia deixar de referenciar isto dado o Luar que se tem apresentado nestes ultimos dias, daquela Lua tao orgulhosa da sua luz. E ainda porque é num dia 18, e ainda para mais de Setembro, data importante para mim, que a Lua irá atingir todo o seu explendor!
Aproveitem para espreita-la nem que seja so por um momento...
sexta-feira, setembro 16
Estando eu com falta de ideias para um novo post, limito-me a ficar 'a espera que alguma coisa apareça. Ainda assim, aproveito para dizer que dia 19, 2a feira da proxima semana, vou ter muito menos tempo livre do que em qualquer outro momento da vida. Já todos devem ter percebido porque, mas digamos que é apenas ocupaçoes dum mundo que nao é para aqui chamado... pelo menos por enquanto. Claro que isto se irá reflectir na regularidade com que actualizarei o blog.
Um outro problema tem surgido há já bastante tempo e começa a ser inevitavel nao ser notado. Por isso, decidi referencia-lo. Black__Rainbow nao tem feito posts desde há algum tempo, isto deve-se ao facto de o pc dele nao lho permitir. Alguns problemas tecnicos que esperamos ter resolvidos o mais brevemente possivel, mas nao tem sido facil...
Um outro problema tem surgido há já bastante tempo e começa a ser inevitavel nao ser notado. Por isso, decidi referencia-lo. Black__Rainbow nao tem feito posts desde há algum tempo, isto deve-se ao facto de o pc dele nao lho permitir. Alguns problemas tecnicos que esperamos ter resolvidos o mais brevemente possivel, mas nao tem sido facil...
segunda-feira, setembro 12
Quase perfeito
Esta musica encontrei-a num journal do deviantart, de uma pessoa que nuncafoi referenciada neste blog (e assim permanecerá). Uma musica de alguem dado ao mundo musical do metal e/ou do gotico, ainda assim, constava esta musica num registo seu. E lá ditava em anexo algo semelhante a "vamos la deixar-nos de preconceitos e ouvir", que é um apelo 'aqueles que recriminam apenas por nao fazer parte do estilo. Foi o suficiente para eu tirar essa musica da net, gostei dela. Musica muito voltada para o lado artistico, é suave (desenganem-se), é musica para os meus ouvidos (mas ja nao era suposto?!).
Tudo isto se passou ja ha algum tempo, a razao porque hoje faço o post é outra. Estava (forçado, obviamente) a ver a festa de aniversario da praça da alegria e esta musica surgiu por entre tudo o que saia da televisao e ja desprezava. Uma musica de qualidade na praça da alegria foi novidade para mim! Tanta coisa estranha com esta musica merece um post!
"Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tao certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
Quase que nao chegava A tempo de me deliciar
Quase que nao chegava A horas de te abraçar
Quase que nao recebia A prenda prometida
Quase que nao devia Existir tal companhia
Nao me lembras o céu Nem nada que se pareça
Nao me lembras a lua Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua Eu confesso nao sai da cabeça
Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der O tempo a que temos direito
Se um dia um anjo fizer A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser Faremos o crime perfeito"
by Donna Maria
Obrigado 'a Crys pela letra da musica.
Tudo isto se passou ja ha algum tempo, a razao porque hoje faço o post é outra. Estava (forçado, obviamente) a ver a festa de aniversario da praça da alegria e esta musica surgiu por entre tudo o que saia da televisao e ja desprezava. Uma musica de qualidade na praça da alegria foi novidade para mim! Tanta coisa estranha com esta musica merece um post!
"Sabe bem ter-te por perto
Sabe bem tudo tao certo
Sabe bem quando te espero
Sabe bem beber quem quero
Quase que nao chegava A tempo de me deliciar
Quase que nao chegava A horas de te abraçar
Quase que nao recebia A prenda prometida
Quase que nao devia Existir tal companhia
Nao me lembras o céu Nem nada que se pareça
Nao me lembras a lua Nem nada que se escureça
Se um dia me sinto nua Tomara que a terra estremeça
Que a minha boca na tua Eu confesso nao sai da cabeça
Se um beijo é quase perfeito
Perdidos num rio sem leito
Que dirá se o tempo nos der O tempo a que temos direito
Se um dia um anjo fizer A seta bater-te no peito
Se um dia o diabo quiser Faremos o crime perfeito"
by Donna Maria
Obrigado 'a Crys pela letra da musica.
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